No Telecurso TEC os orientadores de aprendizagem também aprendem
As tec-salas são um ambiente de estudo diferente das salas de aula tradicionais. Nelas, os alunos eles estudam pelos livros do Telecurso TEC, que adotam uma linguagem voltada para o autodesenvolvimento, assistem e debatem os programas de TV, e fazem atividades de interação pelo ambiente virtual. Eles são protagonistas de seus processos de aprendizagem. E para apoiá-los, o programa conta com a atuação de profissionais que dinamizam os conteúdos estudados, promovem a interação e fazem a mediação da aprendizagem dos alunos. É aí que entram em cena os orientadores de aprendizagem.
Para José Roberto Ribeiro, ser um orientador exige muita dedicação e compromisso com os objetivos do Telecurso TEC e dos alunos. “Para ser um orientador tenho que mesclar a minha experiência profissional no mercado de trabalho com a da didática, pois além de servir de mediador no conhecimento dos alunos, torna-se preciso ser motivador e demonstrar que para atingirmos um objetivo é necessário muita luta, mesmo que estejamos nos entregando ao desânimo. É fundamental ter força e coragem para irmos em frente”, afirma.
É função do orientador apoiar o estudante no desenvolvimento de competências, que visam contribuir para formar um trabalhador com perfil apropriado para vivenciar as modernas relações de trabalho e os desafios da cidadania. E para garantir o sucesso dessa missão, os orientadores do Telecurso TEC participam de um Plano de Formação Continuada (PFC) sob a supervisão diária de um coordenador.
O orientador José Manoel Pereira, acostumado a estudar constantemente, destaca a importância da participação no PFC: “A formação contínua dos orientadores é uma ajuda muito interessante, pois traz novidades de estudos e experiências que podem facilitar nosso trabalho numa tec-sala. Também disponibiliza ferramentas que ajudam todos os participantes (principalmente orientadores) a trocar experiências de realizações positivas e até mesmo negativas”.
“O plano de formação garante que os orientadores de aprendizagem sigam a metodologia pedagógica do projeto. E o acompanhamento constante das suas atividades permite atuar sobre as dificuldades ao longo de todo o processo de formação”, explica Luciano Gamez, coordenador dos orientadores.
O PFC tem como objetivo desenvolver três níveis de competências dos orientadores, que são: técnicas – para uso do ambiente virtual -, pedagógicas e de gestão. E para isso eles fazem atividades quinzenais, como fóruns, chats, leitura de textos, elaboração de resenhas, entre outras atividades, todas elas mediadas pelo coordenador.